Responsabilidade social das empresas: princípios e importância

Quando uma corporação entende que pode contribuir para fora de seus próprios muros, ela passa a utilizar seu know how, seus recursos e suas capacidades a fim de organizar ações voluntárias que contribuem para a qualidade de vida da comunidade. Este é o princípio da responsabilidade social corporativa: dedicar esforços para além dos benefícios que elas naturalmente geram, internamente, para os colaboradores e suas famílias.

Respnsabilidade social das empresas

A responsabilidade social gera uma cadeia positiva de eventos. A partir do momento em que se mostram comprometidas com os municípios e estados onde atuam, com ações de suporte para quem mais precisa, as organizações geram impacto duradouro para a saúde e a formação educacional de centenas, até mesmo milhares de pessoas.

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A responsabilidade social entrou na pauta das empresas líderes globais em 2001, quando a Comissão das Comunidades Europeias publicou em Bruxelas, na Bélgica, um documento conhecido como Livro Verde.

Consumidores e colaboradores estão atentos

As práticas de responsabilidade social também têm o poder de transformar a gestão corporativa. O ambiente organizacional é especialmente favorecido pelo reforço no senso de pertencimento.

Como resultado, especialmente, a postura social das companhias é um fator de atração de talentos, entre os profissionais mais jovens. Também ajuda a melhorar o grau de comprometimento das equipes, que reflete na capacidade de reter os trabalhadores no longo prazo.

A capacidade de produzir impacto social positivo também influencia o relacionamento das empresas com seus consumidores. Na hora de escolher um produto ou serviço, o cliente está disposto a dar preferência a empresas que têm práticas de responsabilidade social comprovadas, que vão além dos discursos.

Sete benefícios em adotar práticas responsáveis

A cadeia positiva gerada pelas ações dedicadas a melhorar a vida das comunidades é ampla e alcança os mais diversos aspectos dos negócios. Confira abaixo como olhar para além dos limites físicos das companhias pode contribuir para melhorar seu desempenho.

  1. Fortalecimento do engajamento dos colaboradores, que criam laços com as regiões onde atuam e com os demais colegas de trabalho, com os quais eventualmente mantinham pouco contato.
  2. Aumento da capacidade de atrair e manter talentos, na medida em que os profissionais estão mais focados do que nunca em contribuir com empresas com as quais compartilham valores e práticas.
  3. Reforço na reputação da marcajunto ao mercado e aos investidores, que identificam o alinhamento do discurso com a prática e entendem que este é um fator de resiliência no longo prazo.
  4. Melhoria na relação com os parceiros de negócios, que podem, inclusive, ser convidados a contribuir com ações de responsabilidade social, o que fortalece a conexão entre diferentes companhias.
  5. Nova capacidade para alocar recursos materiais e humanos, resultado do aumento da capacidade de formar ecossistemas e cativar pessoas de diferentes setores e comunidades.
  6. Consumidores mais conectados com a empresa , na medida em que eles entendem que, ao adquirir produtos e serviços, estão participando de ações que contribuem para com a sociedade como um todo.
  7. Redução dos riscos das ações de médio e longo prazo, já que os stakeholders passam a identificar na companhia fatores externos, pessoais e materiais, que a fortalecem.

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Seis ações de responsabilidade social empresarial

É desafiador implementar ações transversais, que mobilizam setores diversos da companhia e demandam a capacidade de comunicar valores e propósitos. Por isso, para agir de forma socialmente responsável, de maneira orgânica, é importante colocar em prática uma série de ações simultâneas, conduzidas pelas principais lideranças da corporação.

  1. Rever a visão, a missão e os valores da organização, incorporando a responsabilidade social à maneira como ela se define.
  2. Elaborar ou adequar o código de conduta corporativo, valorizando a postura proativa em ações de impacto.
  3. Inserir a empresa em projetos sociais, ou mesmo criar as próprias iniciativas, com suporte de diferentes áreas da organização.
  4. Estimular a participação dos colaboradores em ações voluntárias, assim como valorizar suas sugestões de novas ações.
  5. Estabelecer e divulgar um canal específico para interação com a sociedade, com transparência e assertividade.
  6. Criar ou rever o programa de compliance, inserindo a responsabilidade social na rotina das equipes.

O controle de gastos pode contribuir

Quando a empresa tem as finanças organizadas e a capacidade de acessar seus custos com agilidade, ela tem condições de disponibilizar mais recursos para ações de responsabilidade social.

Pode, por exemplo, disponibilizar um cartão corporativo exclusivamente para realizar os pagamentos relacionados às ações sociais, de forma a melhorar a transparência da prestação de contas. E mais: se cada custo envolvido é lançado em uma plataforma de controle financeiro empresarial, acessada pelos times responsáveis, em tempo real, fica mais fácil e rápido informar aos sócios e acionistas da empresa quanto exatamente foi aplicado. Assim, a companhia se torna capaz de estimar o benefício social direto de acordo com o investimento.

Esta capacidade de controle contribui, inclusive, para buscar melhorar a efetividade dos projetos sociais conduzidos pela organização, comparando o desempenho de ações semelhantes em diferentes locais onde a empresa atua. 

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Melhoria no controle

Sabendo dos benefícios em repensar práticas corporativas, direcionando esforços para ações de impacto social, as empresas podem repensar sua atuação e seus objetivos nessa direção.

Para melhorar a eficácia das iniciativas nessa frente, melhorando o controle dos valores investidos, vale a pena ter acesso a cartões de crédito corporativos físicos e virtuais, vinculados a uma plataforma de gestão disponível na nuvem, de forma a melhorar o controle de gastos empresariais.